Navio-patrulha Macaé, incorporado pela Marinha, custou R$ 50 milhões e possui fabricação cearenseFoto: Alex Costa
A costa brasileira já pode contar com a proteção de mais uma embarcação. Foi batizado ontem, pela Marinha, no píer da Indústria Naval do Ceará (Inace), o navio-patrulha Macaé. O barco, fabricado pelo estaleiro cearense, fiscalizará as Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB) e fará vigília das áreas destinadas à exploração de petróleo - inclusive do pré-sal.
O Macaé, que custou R$ 50 milhões, possui 55,6 metros de comprimento e sua velocidade máxima é de 21 nós. Entre os armamentos estão um canhão de 40 mm L70 e duas metralhadoras 20 mm GAM B-01.
Com capacidade para quatro oficiais e 30 praças, o novo navio-patrulha da Marinha teve 60% de fabricação nacional.
A Inace deverá entregar mais uma embarcação da mesma classe no próximo ano. Outras quatro estão sendo fabricadas no estaleiro Eisa, no Rio de Janeiro. O projeto é baseado no aperfeiçoamento do navio francês Classe Vigilante 400CL54.
O Macaé começará operando em Fortaleza, mas em alguns dias seguirá para o Rio.
DN
O Macaé, que custou R$ 50 milhões, possui 55,6 metros de comprimento e sua velocidade máxima é de 21 nós. Entre os armamentos estão um canhão de 40 mm L70 e duas metralhadoras 20 mm GAM B-01.
Com capacidade para quatro oficiais e 30 praças, o novo navio-patrulha da Marinha teve 60% de fabricação nacional.
A Inace deverá entregar mais uma embarcação da mesma classe no próximo ano. Outras quatro estão sendo fabricadas no estaleiro Eisa, no Rio de Janeiro. O projeto é baseado no aperfeiçoamento do navio francês Classe Vigilante 400CL54.
O Macaé começará operando em Fortaleza, mas em alguns dias seguirá para o Rio.
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